Porque
a mulher que é fácil com qualquer cara, já era outro enfoque. Agora a mulher
que só tá a fim de um cara, ela (em alguns casos) facilita a conquista para ele
e não é uma coisa comum, eu não acho, até porque a mulher (nesse caso) tá
sempre na defensiva. O foda é quando o cara não percebe isso ou não dá valor.
Aí eu digo o seguinte: Seja fria pra crlh! E larga de mão esse magrão! E retiro tudo o que disse no inicio desse comentário: A mulher não é fácil, a mulher é fria. E tem mais é que ser.
E nesse caso, tu vale muito mais que esse cara. E por quê? Por que tu és gostosa? Linda? Com atitude? Que sabe dar a volta por cima? Não. Porque tu simplesmente sabes dar valor as pessoas que aparecem na tua vida.
Alguém que era só para ser mais um. Tu tirou dessa posição de opção e passou para prioridade. Teu grande erro. E teu grande valor. Porque hoje em dia isso é raridade. Não é todo mundo que sabe dar uma chance.
Aí eu digo o seguinte: Seja fria pra crlh! E larga de mão esse magrão! E retiro tudo o que disse no inicio desse comentário: A mulher não é fácil, a mulher é fria. E tem mais é que ser.
E nesse caso, tu vale muito mais que esse cara. E por quê? Por que tu és gostosa? Linda? Com atitude? Que sabe dar a volta por cima? Não. Porque tu simplesmente sabes dar valor as pessoas que aparecem na tua vida.
Alguém que era só para ser mais um. Tu tirou dessa posição de opção e passou para prioridade. Teu grande erro. E teu grande valor. Porque hoje em dia isso é raridade. Não é todo mundo que sabe dar uma chance.
E o resultado? O que resulta é a perda de filosofia das pessoas – para uma com as outras.
A uma névoa passando por cima da essência das pessoas. Essência? Alguém sabe o que é isso? Duvido.
Os conceitos hoje em dia são muitos padrões – padrões superficiais.
Como vemos, por exemplo, em programas de relacionamento: “Gosto de: Morenas.
Quero alguém: que me complete, seja a metade da minha laranja, fiel, bonita, inteligente. Safada, mas comportada. Divertida, mas madura...” E por ai vai.
É assim, como se fosse um cardápio, cheio de exigências. Não digo que não tá certo a pessoa idealizar alguém. Todo mundo idealiza alguém de algum jeito. Mas o que eu tô querendo dizer e falo por mim, é que as minhas idealizações nunca me impediram de conhecer alguém. Até porque já me interessei por garotos que não tinham nada haver comigo. Muito distante daquilo que eu idealizava e foi ótimo, gostei, adorei! Mesmo. Porque tu acabas aprendendo a gostar de defeitos, de manias irritantes, de trejeitos a aceitar a pessoa como ela é, a se aceitar. É uma surpresa que todos deviam experimentar: O novo. O diferente. O oposto de tudo aquilo que tu és e tudo aquilo que tu deseja ver em alguém. Acabas gostando de características dessa pessoa que jamais imaginaria gostar. E por que isso? Porque nessa pessoa faz sentido, porque ela É assim. E ela é inteira e não é metade de laranja nenhuma, ela é um mundo e tudo que tu tens a fazer é explora-lo.
Se dê essa chance. Não faça uma lista de exigências e se deixa provar pelos pratos exóticos.
Porque a pessoa ideal é a que te faz feliz, que meche contigo, que te traz um diferencial. Simples assim! Ate porque alguém com qualidades & defeitos, muito fora do teu cardápio de exigências pode te fazer muito feliz.
# Pensei nisso. Permita-se!

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