domingo, 2 de setembro de 2012

Pensamentos assim, como se fossem quebrar. Clack!




 
A noite trouxe certa inspiração. Mas isso é neblina ou névoa? Não sei. Ainda não sei a resposta de muitas coisas. E talvez seja esse o grande impulso para a vida (além de nascer, é claro) as perguntas. As perguntas são o que nos movem.  Diz á lenda que o universo é infinito. Não existe um fim. Assim como há perguntas que não tem uma resposta exata.  Por que existo? Não sei. E talvez seja esse o grande segredo da vida, que só descubro quando morrer. E o que é morrer? Não sei. Mas é claro que o desconhecido atrai. Desperta curiosidade. Assim como o medo excita. O medo meche com o corpo, com a mente. Assusta porque contradiz a nossa lógica. A própria lógica que é definida quando criança. Costumes – tradição – educação. E o medo tá muito mais dentro, do que fora da gente. E o que mais me chama atenção no medo, é o impacto que ele causa, o modo como meche com uma pessoa. Porque meche.
  Havia um gato preto na rua. Mera superstição? Mera ligação de fatos? É só um gato ou um sinal?... Assim como se pararmos para discutir sobre céu e inferno. Vida e morte. Tudo desconhecido e incerto. Não há uma resposta absoluta. Mas HÁ uma resposta. Talvez não a resposta que te satisfaça completamente. Que te tranquilize emocionalmente e psicologicamente, mas como um garoto que eu conheço disse: – “Há uma resposta para cada pergunta. E essa resposta vai até o ponto que te basta.” E todo mundo tem um limite. Nesse caso, até o ponto que te satisfaça o bastante. O bastante para não enlouquecer. E até para desenvolver certa lógica em cima disso.
  As pessoas precisam de respostas, talvez não para todas as perguntas, mas precisam. Assim como precisam de um Deus, não necessariamente profético e soberano, mas que seja o Criador do universo. Uma Energia. Um Espírito. Uma Força. Mas precisam acreditar na sua existência.
  E é bom fazer uma reflexão sobre a vida, o que há nela e fora dela. Mas sem exageros. Entendendo que o Acaso é algo muito presente na nossa vida. Por isso não se apegue demais aos detalhes. Certos questionamentos brincam com a nossa sanidade. A vida é um sonho? E morrer seria acordar? Não sei, não sei. E enquanto isso eu vivo, porque viver é raridade. A maioria das pessoas apenas existem.
  E o ser humano é frágil diante das estranhezas do mundo e fora dele também. Sejam elas obscuras ou divinas. Um vulto na sombra. Uma aurora boreal. O ser humano é mistério.



Por Stephanie Reichel.

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