sexta-feira, 30 de março de 2012

O que podemos aprender com George Harrison


A história é famosa. Em 1962, quando os Beatles gravavam seu primeiro álbum e nem sonhavam em fama, John Lennon sacaneou George Harrison ao deixá-lo cantar somente a música mais fácil do grupo (Do You Want To Know a Secret?). “Ela tinha apenas três acordes e ele não era o melhor cantor do mundo”, afirmou Lennon sobre a história.

Corta a cena, acelera para 1970, ano em que os Beatles terminaram. George nem longe era jogado de lado pela banda. Pelo contrário, ele era responsável pelas composições de maior sucesso da banda, como Something e Here Comes The Sun e fazia Lennon e McCartney morrer de inveja.
Há exatos 10 anos morreu George, sem dúvida o beatle que passou por mais metamorfoses pela música e pela vida. De beatle renegado para o homem que virou exemplo em estilo, amizades e música. Para relembrá-lo, separamos algumas lições de George que valem para qualquer marmanjo e em qualquer época da vida.

Fuja das vaidades


Não gaste sua energia em brigas se você pode investi-la em seu talento. No fim dos Beatles, John Lennon só queria saber da Yoko Ono e Paul só queria saber de salvar a banda e brigar com John. Enquanto os dois grandes cérebros dos Beatles discutiam bobagens, George escrevia clássicos como Something e While My Guitar Gently Weeps. Bem melhor do que essas brigas de ego.

Amigos sempre em primeiro lugar



Eric Clapton era o melhor amigo de George. Tão próximos que George o convidou para tocar guitarra em uma faixa junto com os Beatles. Ou seja, Eric foi um dos poucos seres na face da terra a ter a chance de tocar com a maior banda da história. No entanto, nem toda a amizade do mundo foi capaz de impedir um antigo problema: mulheres. Eric se apaixonou por Pattie Boyd, garota de George, compôs o clássico Layla e conseguiu agarrar Pattie. Claro que o ex-beatle ficou irado com a história, mas nem mesmo isso foi capaz de acabar com a amizade entre os dois guitarristas. Prova de que nem mesmo uma mulher consegue separar bons amigos.

Busque seu lado espiritual


George foi o primeiro beatle a mergulhar a procura de espiritualidade. Ele não apenas conheceu lugares sagrados da Índia como começou a estudar o assunto, tocar sítara e até levar os outros integrantes da banda para sessões de meditação. Sua busca espiritual rendeu uma forte ligação com o hare krishna e a cultura asiática. O que isso rendeu? George trouxe novos elementos para sua música, compôs clássicos como “My Sweet Lord” e adotou um estilo de vida sem excessos.


“Todas as religiões são galhos de uma grande árvore. Não importa como você chama Ele desde que você o chame.” 


Ajude quem você gosta


Você tem condição de fazer algo por alguém que gosta? Não deixe de aproveitar essa chance para ajudá-lo. George era fã dos comediantes do Monty Python e, ao saber que eles não conseguiram patrocínio para realizar o filme “A Vida de Brian”, o ex-beatle simplesmente hipotecou sua própria casa apenas para juntar dinheiro para a empreitada. A grana salvou o filme, virou sucesso no cinema e George pagou o ingresso mais caro da história.

por Chivalry


Scarlett Johansonn..

domingo, 11 de março de 2012


Piratas

Nas histórias de piratas, figuras sinistras navegam ao luar para enterrar tesouros em ilhas tropicais. Na realidade, porém, a vida dos piratas era bem menos heroica: em geral, eles simplesmente assaltavam navios no mar e assassinavam sua tripulação. Os primeiros piratas apareceram quando os navios mercantes começaram a cruzar o Mediterrâneo 4 mil anos atrás. A partir de então, eles proliferam em todos os oceanos do mundo, tendo sido particularmente ativos entre 1500 e 1800. Alguns piratas, como o Barba Negra, cruzaram o mar do Caribe. Outros, como o Capitão Kidd, atacavam navios no oceano índico. Os países em guerra chegaram a encorajar a pirataria – mas só contra as frotas inimigas, é claro. Nessas ocasiões, conferiam aos piratas cartas de corso (daí serem chamados de corsário), licenças oficiais para saquear navios. Ainda hoje existem piratas no mar do Sul da China. Eles roubam os barcos de famílias que deixam os países do Sudeste Asiático.

 Navios Piratas

Os navios piratas tradicionais eram pequenos, rápidos e fáceis de manobrar. Tinham calado alto, o que lhes permitia escapar pelas escadas, se perseguidos. Contavam com armamentos pesados. Alguns dos canhões disparavam grandes bolas de metas; outros, mais leves, podiam ser apontados para qualquer direção e lançavam chumbinhos.

Anne Bonny

A irlandesa Anne Bonny apaixonou-se pelo pirata “Calico Jack” Rackham, que passou a acompanhar em saques pelos mares. Num navio capturado Anne encontrou outra mulher pirata, Mary Read. Ambas foram presas em 1720, mas escaparam da forca porque estavam grávidas.


Barba Negra

Um dos mais terríveis piratas foi Edward Teach, apelido Barba Negra. Diz a lenda que sua bebida favorita era um rum misturado com pólvora. Nas batalhas, carregava sais pistolas e enroscava fósforos acesos nos cabelos. Morreu em 1718, num navio de guerra inglês.


Dobrões

O dinheiro mais apreciado pelos piratas era uma moeda de ouro chamada dobrão. O nome vem do espanhol doblón de a ocho, ou seja, moeda de oito. Cada dobrão valia pito escudos de ouro espanhóis.


Mapa do tesouro

Os autores de livros de aventura contam histórias de mapas que demarcavam com um “X” o lugar de um valioso tesouro enterrado por piratas.



Informações de:
Enciclopédia Ilustrada Do Estudante