O amor é como o deserto. Para
amar, você tem que arriscar, ter a coragem para enfrentar as dificuldades do
deserto, amor, por assim dizer. O calor representa as dificuldades que o amor
tem, as quais você tem que ser forte, senão te enlouquecem. No meio do caminho,
temos ilusões. Por querer demais a água que satisfaz o seu calor, você acaba
tendo visões de grandes rios, abrangentes de água, no meio do enorme deserto.
Muitas vezes você corre atrás dessas ilusões, e aí vem a angustia, a tristeza,
por perceber que não passavam de ilusões. E aí você pensa: eu nunca mais vou me
envolver novamente, não vou mais fantasiar com coisas inexistentes, como o amor.
Você continua sua trajetória com a ajuda dos amigos, e conforme o tempo vai
passando devagar as feridas vão se curando. Você então encontra um lago,
pequeno, simples. Uma coisa que você não esperava, já acostumado a passar por
grandes rios, alucinações monstruosas. De repente então, você entende, que o
lago, aquele lago com poucas águas, ele é verdadeiro, não uma ilusão como os
outros. E para que ele vire um grande rio, você só precisa preservar tudo o que
ele te oferece. Amor, carinho, respeito, fidelidade. E retribuir.
É assim que é. Muitas vezes por sermos ansiosos demais quanto ao amor, ele vem em forma de ilusão e nos machuca. Mas quando menos esperamos, o amor verdadeiro, simples e eterno chega, nos tira do nosso "deserto" e muda a nossa realidade.
É assim que é. Muitas vezes por sermos ansiosos demais quanto ao amor, ele vem em forma de ilusão e nos machuca. Mas quando menos esperamos, o amor verdadeiro, simples e eterno chega, nos tira do nosso "deserto" e muda a nossa realidade.
Por: Gabriella Beckhouser / Luana Garcia.






















