segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Quando o talento fala mais alto





Eu assisti há uns tempos atrás a história de Luis, um brasileiro que é exemplo de perseverança, de vida, de que os sonhos não tem limites.
Um caso em que o talento falou mais alto.

Luís Aparecido dos Santos mora na periferia da cidade de Franca, interior de São Paulo. Ajudante de pedreiro em tempo integral, casado com a empregada doméstica Rita, começou a ajudar o irmão a confeccionar bolsas ecológicas e a vendê-las para os supermercados da região a fim de aumentar a pequena renda familiar.

Homem simples, tímido e de poucas palavras, Luís Aparecido dos Santos foi o grande vencedor do 18º Prêmio Francal Top de Estilismo. Terceiro colocado na categoria “Calçado ou Bolsa com Material Reciclado”, ele foi sorteado com uma bolsa de estudos de três meses em uma das escolas de moda mais conceituadas do mundo, a Moda Pelle Academy, em Milão, com todas as despesas pagas pela Francal Feiras. 

Para ele, a viagem à Europa é só o primeiro passo para mudar de vida. Depois do intercâmbio, Santos pretende abrir sua própria fábrica de bolsas em Franca e garantir um futuro melhor para sua família. “Com esse curso quero trazer tudo pra mim e montar minha própria empresa. Quero fabricar bolsa, quero dar continuidade”, afirmou.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

eu não sou o que eu como!

                 O que uns queriam que fosse. O que outros acham piada. E o que eu acho? Nada. Não tô aqui pra julgar.

Esses dias aqui no meu blog, elogiei a respeito do atendimento do Mc’ Donalds, que eles me atenderam bem e tudo mais. E infelizmente vivemos num lugar chamado Brasil que tem muita gente mal educada e quando aparece alguém que te trata com respeito, seja onde for, ficamos muito gratos. Pelo menos eu fico. Mas e ai? O fato de eu comer mc’donalds me torna uma pessoa superficial? Eu como Mc’ Donalds para supostamente mostrar algum status? Nunca. Mas pense o que quiser. É errado este pensamento porque ás vezes nossas escolhas são muito circunstanciais, não significam que elas nos definem. E também, o mc’donalds é tão parecido quanto o Subway, por exemplo, ou o cachorro quente da esquina. Ai tu pode até chegar e me dizer “Mas claro que não! O Subway tem sanduiche natural!” ;o;o

Puro marketing. Puro marketing meus caros. Porque o Subway também tem carne no menu (mas sem criticar, só uma observação) É ilusão achar que qualquer outra franquia alimentícia é melhor ou pior que outro no sentido capitalista/burguês/sem agrotóxico/ sustentável blá. No fundo todas as franquias alimentícias queriam ter a renda do Mc’ Donalds... Vamos deixar de ser hipócritas. Uma horta de alface morreu de um lado, um boi morreu do outro (de uma forma meio grosseira estou resumindo) “Ah, mas o boi não se planta, ele morre, ele sangra!” Do fundo do coração eu respeito muito os vegetarianos, tenho pessoas na minha família que são vegetarianos e eu acho isso muito correto, saudável e evoluído. Só que eu, como carnívora, também defendo o meu lado dizendo que as plantas também morrem. Não gritam, não sangram, mas morrem, pois são arrancadas do seu solo e vão para o prato de alguém. “Ah, mas isso não justifica, porque eu replanto cada coisa que eu como!” Pode não justificar, mas também posso responder da tua forma dizendo que tem fazendas que fazem os animais procriarem aos montes, ou seja, fazem um controle de natalidade a ponto de que a espécie não entre em extinção. Tu não achas certo mesmo assim? Eu também não! Mas é a vida, meu caro e enquanto não for crime comer carne, quero respeito assim como tu queres ser respeitado.
Mas por que tudo isso, Stephanie? Porque esses dias, cara, ouvi um absurdo... Estava saindo com alguém (não vou entrar muito em detalhes) e de repente ele me diz que somos muito diferentes um do outro. (Mas eu não acho, exceto pela idade, em fim). E nesse dia levei um lanche do Mc ao nosso encontro e ele seguiu dizendo:

– “Somos muito diferentes, por exemplo, isso aqui (apontando para o lanche do qual eu havia comido) isso não tem nada haver comigo”.
Francamente, essa foi um dos maiores absurdos que eu já ouvi na minha vida. Se a ideia era demonstrar certa “superioridade” em filosofia de vida/alimentícia/ não havia necessidade de usar isto como justificativa, pois o que me indigna é que eu raramente como Mc Donalds e logo naquele dia em que eu havia saído sem almoçar do trabalho, estava apressada ao nosso encontro, ansiosa, decidi comprar o Mc para acelerar... E no fim ouvir um absurdo desses.
É e talvez ele tenha razão, somos diferentes. Porque eu jamais falaria uma bobagem dessas sem conhecer uma pessoa. Porque ele não me conhece. Assim como eu não o conheço. E por isso mesmo acho ridículo ele fazer uma comparação dessas. A diferença entre nós, é que eu não julgo sem conhecer. Aliás, não julgo. Não aponto o dedo para alguém com base em “suposições” daquilo que eu vejo – como comer um Mc te faz um ser humano podre/burguês.  Eu como outras coisas também, arroz integral, frutas que não são do Zaffari (o que é menos pior que as outras) mas também como carne, não sou perfeita. Só não tenho preconceitos com comida. Falo disso se a comida for o caso (mas não, é pior). Respiro fundo... Ao mesmo tempo em que fico muito irritada e revoltada quando penso nessa atitude de me julgar algo que eu não sou, mas também esse ponto de vista me fez fazer algumas reflexões... Pois ao longo da vida nossos pais sempre dizem “estude para ter o melhor, um bom trabalho, comer bem ter uma boa casa, viver bem” essas coisas. E tu vais lá e faz a maioria delas, porque eles tiveram uma infância difícil e nossos pais só querem o melhor para nós. Desejar aquilo que não tiveram. E um dia tu vais lá e come um Mc’ Donalds e chega alguém e diz pra ti que tu és uma pessoa muito capitalista e outras merdas por comer isso.  
Se as pessoas conhecessem mais as outras, julgariam menos. Posso não ser uma hippie vegetariana, que anda com os cabelos crespos e sem maquiagem pela rua, mas tento ser o melhor de mim mesma. E acredite se quiser, mas algumas garotas são vaidosas por natureza e não por estereótipos ou padrões que a sociedade impõe na tua vida. A “ditadura da beleza”. Algumas mulheres só se sentem bem, bonitas e seguras quando se arrumam, passam batom, arrumam o cabelo, sei lá. Pra mim isso é beleza - quando uma mulher se sente bem consigo mesma, se sente bonita, sorri com espontaneidade. O ponto é que parece que por mais que tu leia muito, filosofe, veja noticias, desenhe, compartilhe a arte, a informação, ame os animais assim como ama as plantas, não julgar ninguém, respeitar, tentar sempre ajudar o próximo, ser pacifico, ouvir uma boa música, manter o bom humor para com as pessoas ao teu redor, justo, compreensivo, amigo, maduro diante de situações que vão contra ti, ainda sim tu vai ser julgado por um tipo de pessoa que não é. E pior, julgado por um tipo que tu ainda és contra.

De qualquer forma, ainda acho engraçada essa pessoa da qual eu estava saindo, pois vive viajando pelo mundo a fora, e faz questão de publicar isso em rede social, tentando sei lá, demonstrar algum status, gastando até mais que na sua própria cidade e vim me julgar por um Mc Donalds?!... De duas, uma – Ou isso é uma grande hipocrisia ou um pseudo alternativismo. Porque um cara evoluído para mim, na essência, de se desprender das necessidades e desejos humanos, de Ter, Ganhar, Conquistar, é só o mendigo da rua. Por quê? Porque esse sim pode me julgar e dizer que sou escrava de um “sistema”. Agora uma pessoa que me parece contraditória, diz uma coisa, mas faz outra, não tem toda essa moral para me julgar. É o que eu acho. E se um dia tu conseguir se desprender de TODAS as tuas vaidades, luxurias e desejos, até aquele copinho d’água antes de dormir, tu me avisa e depois me conta.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Quem disse que pessoas com deficiência não podem curtir uma praia?

Sério, essa foi a melhor ideia que vi para este verão.


Um projeto piloto voltado às pessoas com deficiência foi implantado pelo Governo do Estado, no domingo, 16 de dezembro em Capão da Canoa, no Litoral Norte. Parte integrante das ações da Operação Verão Numa Boa, o Praia Acessível disponibilizará cadeiras anfíbias para as pessoas com deficiência entrarem no mar com segurança.

 
O teste do equipamento foi realizado no sábado 15 de
dezembro por funcionários da Fundação de Articulação e Desenvolvimento de Políticas Públicas para Pessoas com Deficiência e Altas Habilidades (Faders), responsável pelo projeto, em Torres, durante o lançamento da operação. Mais leves e com pneus especiais para a areia, as cinco cadeiras compradas pela Fundação serão disponibilizadas às sextas-feiras, aos sábados e aos domingos, ao longo do verão, em Capão da Canoa, e os veranistas terão a ajuda de um salva-vidas. 

"Temos o programa de geração de oportunidades e a ideia foi fazer uma praia acessível dentro do Verão Numa Boa e fazermos com certeza uma praia democrática, dando oportunidades a todos", afirmou o secretário da Justiça e dos Direitos Humanos, Fabiano Pereira, que acompanhou o teste das cadeiras em Torres. 

O projeto Praia Acessível contempla ainda esteiras ecológicas, feitas por um funcionário da própria Faders, para facilitar o acesso dos cadeirantes à praia. A iniciativa, explica a presidente da Fundação, Marli Conzatti, faz parte do plano RS Sem Limites, voltado às pessoas com deficiência. "Em novembro do ano passado, a presidente Dilma lançou o plano Viver Sem Limites e o Rio Grande do Sul foi o primeiro Estado a aderir à proposta", destacou. 



Texto: Jaqueline Silveira
Edição: Redação Secom

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Desenhos de Denian Reis


Denian Reis é um desenhista amador muito talentoso. Desde criança quando pegava uma caneta e um papel na mão, já fazia desenhos incríveis. Sua maior característica é fazer desenhos estilo os desenhos da MARVEL. Gosto do sombreado, dos traços e da proporção nos seus desenhos. Confira.



terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Para os fãs de STAR WARS


..rsrs

Misteriosas Linhas de Nazca




 Elas são obras de arte notáveis sob qualquer ponto vista. Porém, para que serviam?
Algumas das teorias sugerem que as linhas eram antigas pistas de corrida, pista de aterrissagem para extraterrestres ou até mesmo uma calculadora astronômica gigantesca. Mas depois de décadas de especulações, a arqueologia moderna pode finalmente ter uma resposta para o mistério das linhas de Nazca. 

As linhas são desenhos rasos feitos no chão, removendo as pedras avermelhadas onipresentes na região e descobrindo o chão esbranquiçado por baixo. Centenas são simples linhas ou formas geométricas, com mais de setenta desenhos de animais, aves, peixes ou figuras humanas. Os maiores têm mais de 200 metros de diâmetro. Os estudiosos divergem na interpretação dos efeitos dos projetos, mas eles geralmente atribuem um significado religioso para eles.

Os desenhos geométricos poderiam indicar o fluxo de água ou estarem ligados a rituais para convocar água. As aranhas, pássaros e plantas poderiam ser símbolos de fertilidade. Outras explicações possíveis incluem: sistemas de irrigação ou gigantes calendários astronômicos.

Devido ao clima seco, sem vento e estável do planalto e ao seu isolamento, a maior parte das linhas foram preservados. Extremamente raras em mudanças climáticas podem alterar temporariamente os projetos em geral.

Uma vitrola, por favor!


Olha Miles Davis ali *.*

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Não é a toa que o MacDonald's é o que é!



Ontem depois do trabalho eu fui ao Mac Donald's fazer um lanche. até ai tudo bem. Chovia um pouco então eu estava com o meu amigo guarda-chuva, que é um daqueles compridos e que não se comprimem sabe.
E quando eu estava subindo as escadas com a bandeja juntamente com o meu lanche, meu guarda- chuva com o qual eu estava, começou a balançar, pois eu o pendurei no meu braço, então inventei de segurar a bandeja com uma só mão para que com a outra eu ajeitasse o guarda-chuva, masss...
Não deu muito certo, só vi o refri e as batatas deslizarem e caindo ao chão. Fiquei sem reação por uns segundos, só observando a minha genialidade rs.
E agora chega a parte da qual eu faço questão de comentar - nesse momento chegou um funcionário muito competente, acredito que fosse até o gerente, com toda calma pediu para as meninas da limpeza limpassem a baguncinha que eu fiz >< e encaminhou um novo lanche para mim, enquanto eu me acomodava no segundo andar. Atendimento sensacional! No Mac do Shopping Rua da Praia.
Conclusão: não é a toa que o Mac Donald's é o Mac Donald's... Com funcionários como esse, o Mac se manterá consagrado eternamente.



Enquanto o mundo não chega ao fim



Sim, eu lembro quando o fim do mundo começou. Foi lá por 2001 quando começamos a organizar os Acampamentos da Juventude do Fórum Social Mundial em Porto Alegre. Com uma dinâmica de trabalho completamente horizontalizada, era de ser esperar toda a sorte de organizações e culturas mais ou menos politizadas. Havia desde a esquerda clássica, representada pela juventude dos partidos políticos, hierárquica e em busca de protagonismo exclusivo; os movimentos sociais do campo, conservadores, programáticos e extremamente disciplinados; o movimento estudantil universitário, fraticida e fragmentado pelas disputas partidárias; os anarquistas, os punks, os nerds e crackers do software livre e uma turma de jovens de classe média alta, aparentemente hippies, exceto pelo fato de professarem uma religião/crença comum, cujo principal veículo era “o calendário maia”, uma mistura de elementos de outras culturas, que era apresentado num círculo de papelão colorido, com uma tabela de conversão a partir dos anos do calendário gregoriano.


Esses meninos e meninas, entre eles, algumas figuras mais velhas, cujo perfil era de pessoas bem-sucedidas, livres de suas antigas vidas, mas com disponibilidade financeira para rodar um mundo que dava sinais de mudanças e tudo indicava para outro melhor e possível, agrupavam-se já, sob uma bandeira branca, com três círculos sólidos dentro de outro maior.

Na medida em que o processo Fórum crescia em Porto Alegre – depois esvaziado por protagonistas sem base e iluminados conselhos jedis – esse movimento também crescia, atraindo mais e mais adeptos, chegando inclusive a estabelecer-se em espaço próprio, conhecido como Aldeia da Paz. Ali a comida era vegetariana, os cigarros de ervas medicinais, havia musica e terreno fértil para a proliferação das mais obscuras teses, especialmente a de que hoje, 21 de dezembro de 2012, uma grande hecatombe de proporções cósmicas decretaria o fim do mundo.

O movimento tinha líderes, tratados como mestres que acessaram um conhecimento superior, capazes de determinar, partir das combinações do círculo colorido, signos denominados “kins” com nomes literários e fantásticos, como “Caminhante do Céu Magnético Vermelho” cuja interpretação dizia coisas como: “ Unifico com o fim de explorar/atraindo a vigilância/selo a saída do espaço/com tom magnético do propósito, sou guiado pelo meu próprio poder duplicado”. Apesar de não dizer nada, uma retórica altamente atraente, que misturava termos de outras tradições culturais, ciência e sword & magic para uma juventude despolitizada e desesperada por alguma referência. Uma fórmula que dizia quem era quem e um mapa para caminhar com segurança pelo mundo.

No rico processo político-cultural estabelecido pelo Fórum naquela época, onde o encontro de várias vertentes do pensamento de esquerda no sentido mais lato sensu possível, ampliou a percepção política e enriqueceu enormemente a cultura organizacional, a Aldeia de Paz e seu discurso milenarista new age ficou isolado ao mundo onde não havia dissonâncias. As lideranças do que ficou conhecido como “os maias” chegaram a participar do processo de organização, no entanto, no momento mais complexo, onde 20, 30, 50 mil pessoas aportavam no Parque Harmonia em Porto Alegre para residir, debater, formar alianças, decidir sobre seu futuro como organização, preferiram o lugar seguro dos iguais, isolados na orla do Lago Guayba.

Obviamente com o passar dos anos e o fim do FSM como processo agregador das esquerdas e a 2012 chegando sem nenhum sinal de hecatombe no ar, o discurso do “fim do mundo” foi perdendo força, depois foi adaptado e transformado em “nascimento de uma nova consciência”, até que finalmente, “os maias” desapareceram da ordem do dia e o mundo não acabou.
Agora é esperar que algum aventureiro rico, reúna algum sistema matemático desenvolvido por alguma civilização extinta, funda isso com outras três ou quatro culturas antigas e apareça com um novo mapa para dizer o que as pessoas são e para onde elas devem ir, enquanto o mundo não acaba.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

...O poder de amar sem medo






ELE anda cansado das baladas e dos casos furtivos sem sentimentos. Aprendeu a gostar da própria companhia, sem precisar estar em uma turma de amigos todos os sábados. Decidiu que quer um amor verdadeiro… que pode nem ser eterno, mas que traga um sabor doce às suas manhãs, que seja a melhor companhia para olhar a lua. Que ele possa exibir os seus dons na cozinha e o seu conhecimento em vinhos, só para ela.
Quer uma mulher que ele reconheça pelo cheiro dos cabelos, pelo toque dos dedos, pela gargalhada que vai ecoar pela casa transformando um domingo sem graça, no melhor dia da semana. Quer viver uma paixão tranquila e turbulenta de desejos… quer ter para quem voltar depois de estar com os amigos, sem precisar ficar “atrás” de companhias vazias e encontros efêmeros. Quer deitar no tapete da sala e ficar observando enquanto ela, de short jeans, camiseta e um rabo de cavalo, lê um livro no sofá, quer deitar na cama desejando que ela saia do banho com uma lingerie de tirar o fôlego.
Quer brincar de guerra de travesseiros, até que o perdedor vá até a cozinha pegar água. Quer o poder que nenhum dos seus super heróis da infância tiveram… o poder de amar sem medo, sem perigo e sem ir embora no dia seguinte.
Quer provar que pode fazer essa mulher feliz!

ELA quase deixou de acreditar que seria possível ter vontade de se envolver novamente. Foram tantas dores, finais, recomeços e frustrações que pensou em seguir sozinha para não mais se machucar. Então percebeu que a vida de solteira já não está fazendo tanto sentido. Decidiu que quer um amor verdadeiro… que pode nem ser eterno, mas que possa acordá-la com um abraço que fará o seu dia feliz, quer um homem que ela possa cuidar e amar sem receios de que está sendo enganada. Quer a alegria dos finais de semana juntinhos, as expectativas dos planos construídos, o grito de “gol” estremecendo a casa quando o time dele estiver ganhando… a cumplicidade em dividir os segredos.
Quer observá-lo sem camisa, lendo o jornal na varanda… quer reclamar da bagunça no banheiro, rindo e gritando quando ele revidar puxando-a para o chuveiro, completamente vestida.
Quer a certeza de abrir a porta de casa e saber que mesmo ele não estando, chegará a qualquer momento trazendo o brigadeiro da doceria que ela gosta tanto. Quer beijar, cheirar, morder, beliscar e apertar para ter certeza que a felicidade está ali mesmo… materializada nele.
Quer provar que pode fazer esse homem feliz!

ELES estão por aí… sonhando um com o outro… talvez ainda nem se conheçam… mas é só uma questão de tempo, até o destino unir essas vidas que se complementam e estão ávidas para amar e fazer o outro feliz.
Ou alguém duvida que o universo trás aquilo que desejamos?