segunda-feira, 7 de novembro de 2011

MITOS - Ídolos marcantes


AYRTON SENNA

Tricampeão da Fórmula 1 (em 1988,1990 e 1991), Senna tornou-se um mito do esporte não só por suas habilidades na pista, mas também por sua filosofia de vida ao mesmo tempo de determinação para vencer e humildade diante do sucesso. Morto num acidente na pista Ímola, na Itália, em 1994, é considerado hoje o maior piloto do esporte nacional. Senna incorpora o mito de herói trágico, tombado durante a batalha, que deixa como herança para seus admiradores um exemplo e um estandarte que precisa ser levado adiante.



PELÉ


Nascido Edson Arantes do Nascimento, o maior jogador de futebol de todos os tempos começou sua carreira profissional no Santos, aos 15 anos de idade. Aos 17 anos, tornou-se o mais jovem jogador a ganhar uma Copa do Mundo, título que ainda viria ganhar outras duas vezes. Em 1999, foi eleito o atleta do século por vários comitês internacionais. É hoje um dos rostos mais conhecidos do planeta. Para os estudiosos, o mito de Pelé evoca o arquétipo do eleito: alguém de origem simples que recebeu dos deuses algum dom especial que o permitirá vencer batalhas e dar grandes alegrias a seu povo.



 JOHN LENNON

O compositor, cantor e guitarrista da banda de rock inglesa The Beatles transformou-se num ícone do movimento pacifista durante as décadas de 60 e 70. Assassinado por um psicopata em frente a sua residência em Nova York, em 1980, foi imediatamente elevado ao panteão  dos mitos pop. Na figura  de Lennon as pessoas costumam ver o arquétipo do profeta que admoesta os violentos e exorta a união de todos em torno de virtudes universais como paz e amor.





MARILYN MONROE

A loira mais desejada da história de Hollywood chamava-se Norma Jean Mortenson. Misturando ingenuidade infantil e alta dose de sexualidade em filmes como O Pecado Mora ao Lado, tornou-se a maior sex symbol da década de 50. Apesar do enorme sucesso, sofria de depressão e suicidou-se e, 1962, aos 36 anos. Hollywood fez de Marilyn a encarnação do mito de mulher fatal, ao mesmo tempo irresistível e perversa como as sereias, que atraíram e devoravam os marinheiros.




MAO TUNG

O líder chinês Mao Tsé-tung adaptou as teorias marxistas á realidade de seu país, pondo os camponeses na frente da revolução que o levaria, em 1949, ao poder. Estimulando o culto a sua personalidade, Mao tornou-se adorado na China mesmo após sua morte, em 1976. Mao representa para os chineses o arquétipo do grande pai que sustenta moralmente a sociedade graças á autoridade conquistada com coragem e honestidade.



JAMES DEAN

James Dean teve uma carreira meteórica antes de morrer tragicamente num acidente de automóvel em 1955, com apenas 24 anos. Nos anos seguintes, recebeu duas indicações póstumas para o Oscar de melhor ator. O papel de rebelde que fez em Juventude Transviada inspirou os jovens da década de 50, transformando sua figura em objeto de adoração cult. James Dean incorpora perfeitamente o arquétipo da ovelha negra, que não aceita seguir as regras da sociedade, mas prefere arriscar tudo numa vida de arroubos e rebeldias.


 

CHARLIE CHAPLIN

Charles Chaplin foi o mais famoso ator do cinema mudo em Hollywood, na década de 20. Criador do personagem Carlitos, Chaplin foi um intelectual de esquerda engajado em denunciar a exploração dos trabalhadores e o belicismo que antecedeu a Segunda Guerra Mundial, como fica evidente em filmes como Tempos Modernos e O Grande Ditador. O poder mitológico de Carlitos nasce do arquétipo do idiota, uma pessoa pura que vence num mundo cada vez mais complicado e injusto porque não tem malícias.


Revista Terra - Mitos
como eles mudam sua vida

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