O amor é como o deserto. Para
amar, você tem que arriscar, ter a coragem para enfrentar as dificuldades do
deserto, amor, por assim dizer. O calor representa as dificuldades que o amor
tem, as quais você tem que ser forte, senão te enlouquecem. No meio do caminho,
temos ilusões. Por querer demais a água que satisfaz o seu calor, você acaba
tendo visões de grandes rios, abrangentes de água, no meio do enorme deserto.
Muitas vezes você corre atrás dessas ilusões, e aí vem a angustia, a tristeza,
por perceber que não passavam de ilusões. E aí você pensa: eu nunca mais vou me
envolver novamente, não vou mais fantasiar com coisas inexistentes, como o amor.
Você continua sua trajetória com a ajuda dos amigos, e conforme o tempo vai
passando devagar as feridas vão se curando. Você então encontra um lago,
pequeno, simples. Uma coisa que você não esperava, já acostumado a passar por
grandes rios, alucinações monstruosas. De repente então, você entende, que o
lago, aquele lago com poucas águas, ele é verdadeiro, não uma ilusão como os
outros. E para que ele vire um grande rio, você só precisa preservar tudo o que
ele te oferece. Amor, carinho, respeito, fidelidade. E retribuir.
É assim que é. Muitas vezes por sermos ansiosos demais quanto ao amor, ele vem em forma de ilusão e nos machuca. Mas quando menos esperamos, o amor verdadeiro, simples e eterno chega, nos tira do nosso "deserto" e muda a nossa realidade.
É assim que é. Muitas vezes por sermos ansiosos demais quanto ao amor, ele vem em forma de ilusão e nos machuca. Mas quando menos esperamos, o amor verdadeiro, simples e eterno chega, nos tira do nosso "deserto" e muda a nossa realidade.
Por: Gabriella Beckhouser / Luana Garcia.

Ei!
ResponderExcluirTudo bom?
Gostei muito do texto... Tem mais da mesma escritora ?
Olá, Tudo bem sim!
ResponderExcluirinfelizmente não tenho mais textos dessa escritora, até porque este texto era de um grupo de escritores ainda no orkut. Mas vou providenciar mais textos desse estilo, abraço!